TJMT mantém prisão em regime fechado de “dama do crime” condenada a 44 anos

A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve, por unanimidade, a prisão em regime fechado de Thalyta Adassa Alt Fernandes, conhecida como “dama do crime”. Ela foi condenada por roubo majorado cometido em fevereiro de 2022 e, após novas condenações, teve a pena unificada em 44 anos, um mês e dez dias de reclusão.

Em fevereiro de 2023, Thalyta conseguiu prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica ao alegar que tinha filha menor de 12 anos. No entanto, acumulou 667 violações do monitoramento naquele ano — 246 entre fevereiro e maio, 306 entre maio e agosto e 125 entre agosto e outubro — além de voltar a cometer crimes. Em 2024, foi flagrada assaltando um açougue, causando prejuízo superior a R$ 10 mil.

A decisão que negou o retorno à domiciliar foi assinada pelo desembargador Orlando de Almeida Perri, que apontou incompatibilidade entre a conduta da ré e o benefício, mesmo diante da alegação de que é mãe de recém-nascido e de outros filhos menores.

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